Jesus está diante de um leproso que suplica a cura de sua doença.
Movido de compaixão, Jesus estende a mão, toca nele e o cura, devolvendo-lhe a vida, a alegria e a dignidade. O leproso, pela sua condição, era um marginalizado, excluído de tudo; agora revive e não se contém de tanta alegria. Sai contando a todos o que aconteceu, mesmo tendo sido proibido por Jesus.
O milagre que Jesus fez continua acontecendo hoje, através de cristãos que se compadecem dos sofredores de nossa sociedade. Estender a mão e tocar, como Jesus fez, significa ser solidário e assumir iniciativas concretas em favor dos excluídos de hoje.
- Frei Jorge Luiz Maoski -
quarta-feira, 23 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Nos braços do Pai
Era uma noite muito escura... de repente se ouviu um grito desesperado: “Fogo! Fogo!”
Uma das casas da vizinhança estava em chamas... seus moradores fugiram pela porta dos fundos, o bebê foi no colo da mãe, mas onde estava o menino de dez anos? Sim, o filho mais velho... O pai angustiado corria ao redor da casa chamando pelo filho. Então, o menino apareceu na janela do andar de cima, gritando: “Papai, onde você está? Me salva, eu vou queimar!”
Em meio ao sinistro resplendor do fogo, aparecia a silhueta do menino, porém a escuridão impedia as pessoas de salvá-lo.
“Pule! Estou aqui em baixo com os braços abertos para te pegar. Não tenha medo!”, gritou o pai. O menino subiu na janela, porém, sabendo da altura em que estava e não podendo ver seu pai lá em baixo, teve medo e vacilou. O pai insistiu: “Estou aqui, estou te vendo... pule, eu vou te pegar!” “Mas papai, eu não posso te ver...”, exclamou o menino. “Não importa, acredite em mim, estou aqui, pule sem medo!”, ouvia o pai dizer. O menino compreendeu que se não pulasse, morreria nas chamas. Dando um grito se lançou no vazio e segundos depois estava nos braços do pai! Este ato de fé sauvou-lhe a vida.
O mesmo acontece com a salvação eterna: ela requer um ato de fé. Crer em Cristo, que é o Filho de Deus que veio ao mundo para nos salvar!
Confiantes no amor do Filho,
nos lancemos, sem medo,
nos braços do Pai!
- desconheço o autor -
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Temos cultivado a arte de olhar para o alto?
O homem moderno, rodeado pela floresta de aço e concreto por ele edificada e na qual ele tem que cavar a vida para si e sua família, perdeu a capacidade de “olhar para cima”. Para ele não há majestosos picos de montanhas que lhe falem do Eterno. Não vê colinas além das quais esteja a promessa de um amanhã. Apenas calçadas, pavimentos, asfalto, tijolos, edifícios...
O que o homem moderno precisa, o que você e eu precisamos, é fugir das paredes sufocantes com que circundamos nossa vida e olhar para fora e para cima, contemplando o panorama das promessas de Deus. Suas promessas ainda estão aí todas as manhãs.
O rei Davi que passou a juventude cuidando de ovelhas em meio às colinas da Judéia, aprendeu que há força espiritual em olhar para o alto. Ele escreveu: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra...”(Salmo 121). Essa era a confiança do homem que aprendera a elevar os olhos para os montes, sabendo que além dos montes estava o Deus de sua salvação.
Você e eu, onde quer que estejamos, e sejam quais forem as nossas circunstâncias, podemos elevar o coração para o céu todas as manhãs, ao meio dia, à noite - olhando firmemente para Jesus. Ele não permitirá que nos vacilem os pés. Ele nos guardará de todo mal.
- Herman W. Gockel -
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